Estudo contesta eficácia da maconha medicinal liberada pela Anvisa
Pesquisa com maior amostra já realizada questiona benefícios terapêuticos da substância.
Um estudo com a maior amostra de pacientes já realizada sobre uso de maconha medicinal contesta os benefícios terapêuticos registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A pesquisa, publicada em 2024, analisa dados de mais de 1.500 pacientes com doenças crônicas e foi conduzida por instituições brasileiras e internacionais.
Metodologia e amostra
O estudo avalia o uso da maconha medicinal em pacientes com doenças como câncer, fibrose pulmonar e distrofia muscular. Os participantes foram acompanhados por pelo menos 12 meses, com avaliação de sintomas, qualidade de vida e efeitos colaterais.
Resultados e limitações
Os autores constatam que apenas 38% dos pacientes relataram melhora significativa nos sintomas. A maioria dos casos não mostrou benefício claro, e 42% relataram efeitos adversos, como tontura e alterações no sono. A pesquisa destaca a necessidade de mais estudos controlados para validar os usos terapêuticos.
Matéria produzida a partir de fontes públicas, com crédito a Google News — ANVISA Cannabis (BR). Ver fonte original ↗
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